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terça-feira, 26 de abril de 2016

Tabaco Cornell & Diehl Epiphany - 15 dias depois de aberto!



Prezados confrades e amigos, realmente o tabaco é "vivo", ele não para nunca de se modificar e não foi diferente com Epiphany! Este tabaco em aproximadamente 15 dias depois de aberto restou menos amargo, eu diria que uns 30% menos amargor, o que o tornou melhor e fez com que seu sabor mais delicioso se pronunciasse com mais pungência!

Em que pese eu achar ele ainda muito amargo, tenho que reconhecer que o tempo o beneficiou e a cachimbada ficou mais prazerosa!

Apenas compartilhando!

Um abraço e excelentes cachimbadas!!!

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Tabaco Cornell & Diehl Epiphany - resenha completa!



Prezados amigos, esse tabaco foi uma decepção para mim, era o tabaco baseado no preferido do Albert Einstein, porém, no fornilho revelou ser uma catástrofe, pelo menos para mim! Como referi em outros post, tentei harmonizá-lo de inúmeras formas, tentei cachimbá-lo de inúmeras maneiras, mas em todas ele revelou-se ser um tabaco difícil e proporcionou pouco prazer!

Com um aroma rico e com uma certa beleza, no fornilho ele revelou somente duas característica, amargor que é seu principal defeito! Um amargor muito forte, que incomoda ao paladar de uma maneira exacerbada, chega a incomodar a garganta! Porém, tem uma pequena doçura, um sabor de uva passa, de algo fermentado muito, mas muito gostoso. Ocorre que sentimos muito pouco esse sabor delicioso, pois o amargor toma conta e não deixa o tabaco brilhar!

Na minha opinião, o burley está em uma proporção desmedida nessa mistura, elevado, tornando-o forte, encorpado, amargo, muito amargo. 

É um tabaco com um bom nível de nicotina, tem uma fumaça cremosa!

Não voltaria a comprar e não recomendo!

Nota? 

Acredito que daria uma nota 4,0 (considerando o sabor pequeno, mas encantado que ele fornece raramente!)

Um abraço e excelentes cachimbadas!!!!

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Tabaco Cornell & Diehl Epiphany - excessivo amargor e dicas de harmonização!

Prezados amigos e confrade, realmente este tabaco tem um excessivo amargor, indubitável se dizer que ele possui um pequeno encanto, pois o perique dá um toque especial nele, um sabor de uva passa, algo fermentando que encanta em boca. Ocorre que, esse encanto é dificultado pelo seu amargor tornando-o quase nulo.

Um tabaco tão amargo não era difícil de se esperar que sua harmonização não seria fácil. Além de ser uma cachimbada mais difícil, sua harmonização resta prejudicada! Entretanto, nem tudo está perdido! hehehehe Vai aí umas pequenas dicas!

Chá: Experimentei diversos chás e não harmonizou, pois o excessivo amargor do tabaco encobriu o sabor do chá. Não obstante, pode ser um bom acompanhamento para limpar o amargor da boca e dar um "up" para podermos continuar cachimbando, mas harmonização não harmoniza!



Vinho e café: Experimentei alguns vinhos com ele, e posso dizer que ele se saiu muito melhor, estou para dizer que foi sua melhor harmonização, o sabor mais encorpado dos vinhos - principalmente os de média estrutura - combinou com o tabaco!

Em relação ao café, ele se saiu bem, mas nada empolgante....




Whisky e destilados em geral: Experimentei esse tabaco com destilado, com a sensação que ele iria casar muito bem com esse tipo de bebida, resultou em uma harmonização mediana, na ocasião com Red Label ele não ficou de todo ruim, mas tenho impressão que com um Jack Daniels ele se sairá bem melhor. Porém, como eu disse, harmonização mediana, apenas!




Tabaquinnho difícil esse heim!!!


Resumindo, o texto não pode empolgar, pois o tabaco não empolga muito e essas dicas são apenas uma tentativa de tentar aproveitar ao máximo o sabor do tabaco, reconhecendo a dificuldade que existe nisso!

Um abraço e excelentes cachimbadas!!!

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Tabaco Cornell & Diehl Epiphany - abrindo o tabaco do Albert Einstein!




Sim, finalmente chegou a hora, abri o tabaco do gênio Albert Einstein! Muito feliz!!!!




Esse tabaco é uma cópia do Revelation, que o professor Albert Einstein costumava cachimbar,  leva virginia,  burleys, latakia e o famoso perique! 

Ao abrirmos a lata há uma explosão de aroma, notas profundas de fermentação, o famoso aroma açucarado de uva passa passa, estonteante!  Certamente devido ao perique! A esse aroma mistura-se um fundo esfumaçado leve, entretanto,  advindo da latakia! Aroma altamente complexo e intrigante,  com muitas matizes,  simplesmente encantador e maravilhoso ao olfato! Aroma nota 10, impressionante,  muito bom!!!



O corte desse tabaco é totalmente irregular, com blocos enormes de tabacos, tabacos em fita, pedaços miúdos, enfim, nunca vi corte mais irregular! 



Aos olhos é um tabaco opaco, sem brilho, como de costume da casa Cornell & Diehl!  É um tabaco escuro, com base marrom e pontos amarelos escuros e pinceladas negras oriunda da latakia e do perique! É um bonito tabaco, nem mais e nem menos!

 

Em relação a umidade pareceu mais para seco, como comumente acontece com a Cornell. Porém,  no fornilho teve um bom acendimento e uma boa queima posterior, demonstrando estar no ponto certo de umidade!

Ainda estou degustando, mas o que posso dizer de Epiphany?


É um tabaco encorpado no sabor,  aliás,  bem encorpado, com um amargor presente! Realmente o professor Einstein apreciava um tabaco forte! Um tabaco para cachimbeiros experientes, para saber lidar com seu sabor encorpado! 



Detalhe, resta evidente a qualidade do seu perique,  que deu ao fundo desse blend um sabor muito especial de fermentação e toque de uva passa, mesmo o sabor sendo leve, dá um Q especial ao blend! O burley esta em boa medida,  alia-se ao perique e encorpa muito o sabor desse blend!

Ainda estou degustando,  ora gosto mais, ora menos, necessário se faz mais fornilhos para dar uma opinião mais completa,  mas estamos apenas no "abrindo a lata! Hehehehe :)

Aguardem mais comentários sobre o tabaco do professor!

Um abraço e excelentes cachimbadas! 


P.S. Tabacos com corte muito irregular como este resulta em cachimbadas muito diferenciadas uma das outras!

P.S2. Depois de degustar alguns blends da Cornell posso dizer que é uma casa que prima por sabores mais encorpados, bem mais encorpados, não sei se gosto muito disso!


P.S3.  Esse tabaco lembrou-me o Purple Cow da mesma casa, um tabaco muito amargo que não me agradou de todo!

P.S4. Tabacos encorpados no sabor, minha dica é fornilhos pequenos, pois provilegiam mais seu sabor e diminuem seu amargor,  fica a dica! ;)

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Tabaco Pipeworks & Wilke número 13 - pequena resenha!





Prezados amigos, recebi essa pequena amostra do Pipeworks #13,  uma mistura inglesa -se assim podemos dizer - que leva em sua composição Tennessee Burley, Latakia, Perique, Virginia e  "Royal Scot mixture"! 

Detalhe que essa casa tem tabaco renomados como o #524 e #10, igualmente podemos dizer que o número 13 também tem sua fama mundial!



Mas vamos ao pequeno mas sincero sacrifício!  Heheheh

Com uma cor essencialmente escura, beirando ao marrom com pinceladas negras é um bonito tabaco!  

O aroma é simples, senti apenas uma latakia leve e uma base do burley, com seu aroma característicos e quase beirando ao chocolate e um algo mais difícil de identificar, mas que agrada.  Apesar da leveza em seu aroma, ele tem encanto, gostei!

Ao toque pareceu no ponto certo de umidade!  O mesmo se revelou no fornilho,  teve um bom acendimento e uma boa queima!



Agora vamos ao sabor! Suas 6 primeiras baforadas o latakia desponta na frente,  mas mesmo assim sua força é comedida, leve! Nesse momento o sabor mistura-se ao burley do Tennessee o que lhe fornece um corpo maior e um sabor mais marcante e terroso, mas é leve e prazeroso, o virginia ao fundo equilibra o blend dando uma pequena doçura,  o perique desponta levemente fornecendo uma pequena e quase inexistente picancia, aqui ele esta divino, como se dançasse em nossa língua!  O primeiro terço é bom e com uma certa complexidade! 



O 2/3 a latakia permanece na ativa mas leve, o sabor decai um pouco, perde complexidade e o tabaco perde um tanto de sabor! Ora aparece o virginia dando uma pitada doce com o perique aguçando as papilas com sua gostosa picancia e a latakia conduzindo levemente o blend. 

O 3/3 é mais picante - mas uma boa picancia - e o burley mais ativo, fornecendo um sabor mais forte ao blend, o virginia fornece sua leve doçura e encanta! Detalhe que o virginia desde o começo do blend forneceu uma saborosa doçura a esse blend e abrilhantou essa mistura!

Resumindo, um bom tabaco com uma pequena complexidade; a latakia esta presente do início ao fim, sempre leve mas prazerosa; o burley fornece um encanto e conduz o blend para um sabor mais encorpado, esse burley tem encanto e se diferencia dos demais; o perique está bem dosado e esta perfeitamente colocado, fornecendo somente sua face prazerosa; o virginia do início ao fim dá doçura na medida certa!  O conjunto ficou bom!

Um tabaco que recomendo!

Cinzas finas e esbranquiçadas!  

Tabaco leve em nicotina!

Um abraço e excelentes cachimbadas!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Tabaco Cornell & Diehl Virginia Gentleman - pequena resenha!





Prezados,  recebi essa amostra do Virginia Gentleman, uma mistura de burley, virginia e oriental para dar um ar mais sofisticado e misterioso para mistura!

Com uma cor essencialmente clara, oriundo do Virgínia e do oriental, com uma pequena tonalidade marrom clara do burley é um bonito tabaco!

O aroma não é muito forte, porém sente-se o oriental conjugado com o burley e com um toque de virginia! Não é um tabaco doce ao olfato, tem um aroma muito leve, mas que me remeteu a algo semi-fermentado, ou seja, é um aroma levemente intrigante!

O corte é levemente irregular; o ponto de umidade ao toque pareceu  no ponto certo! 

No fornilho teve um bom acendimento e uma boa queima! 




Nas 6 primeiras baforadas sentimos a explosão do oriental conjugado com o virginia, resultando em um sabor misterioso, que não é virginia e tampouco oriental. No desenvolver do 1/3 sentimos o oriental em um primeiro plano com o sabor semi-doce do virginia e com um fundo terroso do burley! O sabor agrada,  é diferente, tem corpo sem ser amargo, agrada ao paladar! 

O 2/3 o oriental sai um pouco de cena e deixa o burley tomar a frente,  resultando em um sabor levemente terroso, que não desagrada, revelando tratar-se de um burley mais claro e menos intenso, o que no caso é um ponto alto, pois o virginia volta e meia vem a tona deixando equilibrando a mistura com sua leve adocicada. No mesmo compasso o oriental dá seu toque de mestre, melhorando o sabor. Resumindo, formou-se uma boa tríade de sabores,  justa e que fornece um bom sabor, nem mais e nem menos! 

Já no final do 2/3 e partindo para o 3/3 o burley começa a reinar,  com seu sabor mais amargo e terroso, o sabor fica mais encorpado, porém não amarga ao ponto de estragar o blend, revelando que se trata de uma mistura equilibrada. Novamente o virginia e o oriental entram em cena, amenizando o sabor do burley e levantando o blend! Finalizando, no final do 3/3 o blend resta um pouco mais amargo. 

Detalhe, quando você cachimbar esse blend vai sentir um sabor diferenciado e vai se perguntar o que éEsse sabor é oriundo do oriental que permeia o blend do início ao fim, tornando esse tabaco intrigante, acho que esse é o ponto alto desse tabaco.

Uma fumaça mediana.  Leve em nicotina!

Harmonizou muito bem com café!

Recomendo, pois é um tabaco justo, um tabaco levemente mais encorpado e com este sabor intrigante do oriental muito bem conjugado com o burley e virgínia!

Um abraço e excelentes cachimbadas!

P.S. Confrade, uma mistura que leva tabacos orientais já subjaz a ideia que existirá alguma complexidade no blend, é incrível como os orientais ampliam os horizontes de sabores e a complexidade do blend. No caso em tela, do Virgínia Gentleman a dose de oriental inserida o torna um blend de uma boa complexidade, ampliando seus nuances de sabores.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Tabaco Solani Aged Burley Flake - adentrou na adega!

  


Prezados confrades e amigos, fazia muito tempo que eu estava de olho nesse tabaco! Via como ele estava sendo postado pelo confrades nos grupos e e sendo muito elogiado! Porém, não estava conseguindo colocar ele na adega, por um motivo ou por outro.

Mas dessa vez ele não me escapou! heheheheh Finalmente o Solani Aged Burley Flake está na adega! Agora eu vou dar uma pincelada do porquê desse tabaco ser tão especial, acompanhem-me!

O burley, acreditem, não é um tabaco fácil de ser cachimbado, principalmente quando falamos em burley puro! Ele puro tem um viés mais terroso, couro, terra, um sabor mais pronunciado, encorpado mesmo, beirando muitas vezes ao amargo. Tanto que muito cachimbeiros até que gostam de burley, mas nos tabacos aromatizados! É um dos tabacos com menor índice de açúcar, talvez isso explique esse viés mais terroso.

 
Gostei dessa lata, sóbria, mas tem um Q especial!

Entretando, o Solani Aged Burley Flake parece ser diferenciado! É um tabaco formado exclusivamente por burley envelhecido - o que já o torna mais prazeroso e redondo - sendo que a Solani pegou o  burley marrom escuro de kentucky, do Brasil e o famoso burley branco de Malawi - África! 

Agora o detalhe, a empresa desenvolveu um método único de "tostagem" do tabaco para aumentar sua doçura! Incrível, não? Agora começo a entender o mistério desse tabaco ser tão saboroso, pelo que dizem!

Ainda não provei, mas é um tabaco que não ficará muito tempo na adega!!!!

Agora vocês entenderam o porquê da minha busca por esse tabaco!??hehehehhe

Um abraço e excelentes cachimbadas!

P.S. Detalhe, esse tabaco não leva nenhum aditivo! 

 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Burley, o tabaco mais difícil de ser identificado em uma mistura!

Burley, o tabaco CAMALEÂO!  :)

Prezados, vocês já se perguntaram qual seria o tabaco mais difícil de ser identificado em uma mistura em matéria de sabor e aroma?

Vejamos, o latakia é plenamente perceptível, tanto em matéria de sabor como em matéria de aroma, com sua personalidade incorruptível; o virgínia tem o seu tom adocicado que mais cedo ou mais tarde o identifica; o perique, então, é como se levasse escrito, "estou aqui!"; todavia, o mesmo não acontece com o burley!




G.L. Pease costuma chamá-lo de CAMALEÃO, devido a sua personalidade de captar o aroma e por que não dizer os sabores dos tabacos que estão a sua volta no blend, assumindo, literalmente, as característica dos tabacos que o acompanham na mistura, dificultando, sobremaneira, sua identificação!

Por esse motivo o burley é considerado um dos tabacos mais difíceis de ser identificado em um mistura, já que adquire o aroma e também parte dos sabores dos outros tabacos, interessante não? Entretanto o burley é muito importante, pois ele dá corpo para as misturas, contém um bom nível de nicotina e produz uma fumaça cremosa! Deliciaaaa! :)

Esse pequeno texto tem como base um artigo do G.L.Pease!

Espero que tenham apreciado!

Um abraço e excelentes cachimbadas! 


P.S. Confrades, é claro que uma mistura feita somente com burley poderemos sentir o seu real sabor, assim como uma em que ele esteja em boa proporção.

P.S. Esse texto é inclusive para traduzir o seu caráter de tabaco neutro e que assimila muito aromas e sabores, tanto que o burley é um dos tabacos mais usados em misturas aromatizadas!

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Tabaco Sutliff Great Outdoors - abrindo a lata!




Eu gosto de tabacos aromáticos, porém nao está entre os meus preferidos! Porém,  confesso, tem vezes que eu quero degustar algo mais doce, algo diferente,  então eu só penso em abrir aromáticos,  esse foi o momento em que abri o Great Outdoors!  Afinal, às vezes, uma doçura na vida cai muitooo bemmm!!!! Hehehhe



Esse tabaco leva burley e black cavendish e tem uma aromatizacão de baunilha e "Anisette"!( licor de anis) que alguns dizem que está presente - outros sentem alçacuz - , e acreditem, esse aroma (anis)realmente aparece no blend ao cheirá-lo!



Ao abrir a lata, no aroma,  sentimos uma explosão doce que remete indubitavelmente a cacau, baunilha com um toque de caramelo, sentimos uma refrescancia oriunda do anis que se abre em um segundo momento e invade nosso olfato, tornando o aroma misterioso e muito intrigante!  Depois de alguns minutos, poucos, no meu olfato senti baunilha com anis! Outrora tb me trouxe reminiscências de cacau, enfim, o aroma é complexo e intrigante,  faz o cachimbeiro querer cheirar para descobrir novas "matizes"! Mas o que mais instiga sem dúvida é o aroma excêntrico do "anisette"! O aroma agrada mas ao mesmo tempo o torna diferente, ficando entre o bom e o levemente esquisito! Sentir anis no tabaco é muitooo estranho!!! Hehehehe Mas o pior,  não desgostei de todo!!! Kkkkkkkk



A cor predominantemente marrom, evidenciando a boa dose de burley com pinceladas até raras do Black Cavendish!  A cor não desagrada, mas não emociona!

O corte veio irregular,  misturando cortes em fita, mais espessos, enfim, uma salada mista! Percebam na foto!




O ponto de umidade veio mais para seco, o que surpreende tratando-se de aromático! Não veio ressecado, porém, mais para seco. Ao toque não deixou a mão "grudando" como muitos aromáticos, ponto positivo!

Peguei o zippo e mandei fogo!!! Hehehehe Com um acendimento regular e uma queima irregular ele tende a ser aqueles tabacos que queimam no centro e deixam um pouco as bordas sem combustão.  Porém, com um bom manejo do cachimbeiro, ele tem uma boa queima posterior! 

Apesar do aroma ao ser aberto ser expansível,  em boca não é um aromático pesado, estou para dizer que é leve! Ainda estou deguntando-o, aguardem a resenha final!

Um abraço e excelentes cachimbadas! 

P.S.  15 minutos depois de aberto o aroma em lata diminuiu 80%, sim, 80%! O que restou em aroma foi baunilha - um pouco cacau -  e um aroma persistente de anis, o que o torna muito peculiar! Resumindo,  quer experimentar anis no tabaco, vai de Great Outdoors!  Hehehehhe pelo menos no aroma! :)

P.S2.  Outro ponto alto deste aromático é que ele em nenhum momento morde e não causa nenhum incomodo a boca ou mesmo garganta!

P.S3. Esse tabaco tem aquela aparência "pálida" como costumo chamar, sem brilho que passa uma ideia de ressecamento, todavia, é somente a ideia pois o tabaco não estava ressecado.






sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Tabaco Cornell & Diehl Riverboat Gambler




Prezados, recebi uma amostra pequena desse tabaco, apenas para dois fornilhos,  então passo algumas impressões sobre ele,  bem superficiais! 

Esse tabaco leva Burley, Oriental/Turkish, Perique, Virginia, uma "legítima" mistura americana, segundo a empresa.

A umidade veio no ponto, nem úmido e tampouco seco! Sua cor sinaliza seus tabacos,  sendo facilmente identificados cada um deles, predominando uma cor amarelo-marrom escuro com pinceladas negras, a cor agrada aos olhos,  mas não encanta! 

No quesito aroma, salientou-se o turco com o perique,  denotando um aroma fermentado - oriundo do perique, certamente -,  levedo e com um toque de cacau ao fundo, certamente oriundo do burley!  O aroma é impactante, no aroma em si, mas leve na sua expansão.  Não agrada de todo!

Um tabaco com bom acendimento e uma boa queima posterior, uma boa fumaca, espessa!  

O sabor desde a primeira baforada é muito forte, um tabaco muito encorpado no sabor, sente desde a primeira baforada já a picancia perique,  a força do turco aliada a pancada seca do burley, realmente muito encorpado que beira quase ao amargo! Isso q estou falando no começo do 1/3! Deixa um retrogosto amargo na boca que se prolonga ao engolir de cada saliva! Até aqui um tabaco para os corações fortes! Hehehehhe Isso se prolonga em todo o 1/3!




O 2/3 é muito mais encorpado no sabor, o sabor infelizmente se perde no amargor que chega a tornar-se desagradável pois encobre o sabor dos demais tabacos. Ele até tem um entrada em boca que lembra sabor do burley nesse 2/3, porém logo vem o amargor e estraga tudooo! 

O 3/3 é quase impraticável! Resumindo,  muitooooo  amargo, ruim mesmo!

Um dos piores tabacos premium que provei,  muitooo amargo, áspero ao extremo que chega a incomodar a boca! Sabores dos tabacos são quase totalmente encobertos pelo seu excessivo amargor!

Ainda bem que experimentei uma amostra para nunca comprar uma latinha dessa! Um tabaco terrível!!!

Tabaco médio para forte em nicotina, cinzas finas!


Um abraço e excelentes cachimbadas!


P.S.  A pergunta que não quer calar, como pode esse tabaco ter 4 estrelas no tabaco reviews???????? A resposta, efetivamente cada um percebe o tabaco da sua maneira, tanto olfativamente como na questão dos sabores, não havendo certo e errado no sentir individual de cada tabaco, uns podem achar que o doce é amargo e quem poderá dizer que não?, se a particularidade do sentir é de cada um! Pelo menos penso assim! :)

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Tabaco Gawith Hoggarth ENNERDALE resenha por Jose Cardona

Prezados confrades, mais uma vez o confrade Jose Cardona nos brinda com uma ótima resenha desse interessante tabaco da casa Gawith Hoggarth Ennerdale.

Esse tabaco é um tanto controverso, encanta muitos cachimbeiros e outros tantos não podem nem o ver! Explicado, gosto é gosto!heheheh

Abaixo, in verbis, a resenha do nosso querido confrade Jose Cardona!

***






A minha estreia nos tabacos desta excelente casa, conhecida pelos seus tabacos produzidos de forma artesanal e muito cuidada.

Composto por Virginia do Malawi, Brasil e Zimbabué (86%), Virginia curado ao sol proveniente do Malawi (10%) e Burley do Malawi (4%).

Super-flakes com 15 cms de comprimento e quase 3 cms de largura, extremamente aromatizado e carregado de açúcares.

Os cristais que brilham ao sol são prenúncio de uma fumada muito saborosa e o facto de endurecerem o tabaco acaba por ser positivo, pois ajuda a quebrar estes flakes enormes, que ao contrário da generalidade dos tabacos com este tipo de corte, são completamente impossíveis de colocar inteiros no fornilho do cachimbo, por muito grande que este seja.




O aroma na lata e durante a fumada é completamente inebriante. Não agrada a toda a gente, pois é verdade que cheira a água de colónia, a mim lembra-me o Old Spice, por coincidência, a marca que eu uso desde sempre.

Durante a fumada não perde aroma e coisa rara, o sabor é igual ao aroma. É um sabor cítrico, amendoado e floral.

Não consegui encontrar o sabor a baunilha e feijão tonkin, talvez noutro cachimbo os consiga encontrar, já aconteceu antes, cada cachimbo oferece nuances diferentes do mesmo tabaco, por vezes basta fumá-lo noutra altura do dia. 

Tampouco consegui identificar aquela doçura própria do Virginia ou o achocolatado e terroso do Burley (este flake é uma VaBur), estes aromas naturais dos tabacos estão completamente cobertos pela aromatização. Outras fumadas mais sossegadas impõem-se para descobrir outras nuances nesta mistura!

Para mim é um excelente tabaco para fumar de manhã cedo ou antes do almoço, para a tarde e noite prefiro outros.

Claro, sendo um tabaco tipicamente inglês (diferente de ser uma mistura inglesa), tem aquela essência misteriosa Kendal, proveniente da Lakeland aonde é produzida, numa proporção mais carregada que no St. Bruno e até que no Condor.

Muita gente tentou adivinhar o que é, mas até agora ninguém teve sucesso.

Custou um pouco a acender, quando não o deixava secar, mas depois de acesso nunca apagou. Depois de deixado secar 30 minutos, não custava a acender, não perdendo
aroma nem sabor e continuava a queimar frio.

Queimou suavemente e compassado até que apenas restou cinza branca e fina no fundo do fornilho, nada de humidade nem de mordidas na língua.

Existe a possibilidade de deixar fantasma devido à forte aromatização, mas isso é algo que se resolve seja reservando um cachimbo para ele ou o meu método favorito: fumar 2 ou 3 vezes seguidas uma mistura inglesa forte.

Após umas fumadas com este Ennerdale, estou convencido de que entrei nesta marca com 2 pés direitos!

Únicos pontos a rever, a lata devia ter uma selagem mais forte, por vezes até é difícil conseguir fechar a lata. E um tabaco desta qualidade merecia mais e melhor que o saco de plástico aonde vem embalado.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Tabaco Mac Baren HH Bold kentucky - chegou na adega! / Pequenas considerações sobre linha HH e a empresa Mac baren!



Prezados, como todos sabem eu não sou um grande fã da marca Mac Baren, infelizmente seus blends tendem a "morder", irritar a boca, causando um desconforto que a desclassifica, colocando-a em um nível abaixo das grandes marcas! 

Ocorre que nos últimos anos essa marca através da linha HH vem definitivamente surpreendendo os cachimbeiros do velho mundo, pois é uma linha que surpreende pela qualidade, sabor e, como costumo brincar, é a linha "banguela" da empresa!!!!kkkkkkkkkkk

Diante desse novo cenário, minha adega se abriu para a linha HH da empresa, já experimentei alguns - que resenhei aqui no blog -  e outros estão na adega esperando o melhor momento, é o caso, agora, do HH Bold Kentucky!

Uma lata que encanta!


Esse tabaco leva em sua composição kentucky, burley e virgínias, é um tabaco considerado o mais forte na linha em matéria de sabor e de nicotina, vem em corte flakes e muitos cachimbeiros o consideram "similar" ao HH Old Dark Fired - leia resenha nesse link  Click para ler resenha do tabaco HH Old dark fired - porém, muito mais encorpado!



É um tabaco forte, como a empresa mesmo ressalta, para cachimbeiros mais experientes, entretanto, esse tabaco está surpreendendo a todos, pois caso cachimbado com calma, fornece um sabor único do Dark Fired Kentucky aliado a uma leve doçura do virgínia! 

Certamente um tabaco para o fim de noite, acompanhado de um bom destilado, enfim, para grandes momentos de reflexão, não para o dia-a-dia!

Já está na adega esperando o melhor momento!

Um abraço e excelentes cachimbadas!!!

P.S. Para quem aprecia Kentucky sem dúvida é um prato cheio! Eu que tenho o tabaco Irish Flake da Peterson como um dos meus preferidos, exatamente por ser uma expressão do kentucky, tenho boas chances de gostar do Bold kentucky! :)

***

Estratégia da empresa Mac baren!

O fato é que a empresa Mac Baren com a linha HH quis remodelar sua imagem perante o consumidor, tirar sua fama de mordedora e ingressar definitivamente no topo dos tabacos premium para cachimbos, fornecendo bons tabacos e até diria um pouco diferenciados! Isso naturalmente já está lhe creditando fama e o próximo passo é elevar um pouco o valor do seus blends, que outrora custavam um pouco menos que os Dunhill, Cornell, McClelland, etc. Acredito que a estratégia está dando certo - essa linha HH realmente é superior -  com essa linha a empresa está definitivamente entrando no topo!

 Agora vem a grande pergunta, será que irá conseguir se manter lá!?

P.S. Essa conclusão chegamos após conversarmos com um confrade americano sobre a empresa, tem lógica! ;) 

terça-feira, 30 de junho de 2015

Tabaco Five Brothers - resenha completa!




Prezados, não costumo fazer resenhas de tabacos que vem em "bulk", porém vou tecer minha breve opinião sobre o famoso Five Brothers! (Não vou mencionar os pontos relatados anteriormente.)

Primeiramente temos de situar o nosso tabaco, é um tabaco simples vendido nos EUA custando lá cerca de 3 dólares,  ou seja, um tabaco muito barato! 

Sintetizando,  é um tabaco sem encanto, com um burley mal curado, com uma queima muito rápida e quente que o torna levemente amargo, caso levemente acelerado! 

Não encontrei encantos nele, mas ele não desagrada de todo,  para uma cachimbada despretensiosa até que passa, mas se você for um pouco exigente, certamente irá encontrar muitos  defeitos nele!

O sabor, parte principal do tabaco, nem parece que é burley, ele começa meio doce até lembrando virgínia - o que ele não tem! - e vai amargando aos poucos!

É um tabaco monocromático,  que não traz nuances ou complexidade,  é quase o mesmo do início ao fim, porém, como relatei,  vai amargando e o sabor vai desandando!



É um tabaco que compraria novamente?

Acredito que não,  pois é um tabaco que não encanta, não tem um Q especial,  mas antes um tabaco raso, sem um sabor cativante; possui um burley mal curado que não expressa todo o potencial desse tipo de tabaco, resumindo,  acho que não entra mais na minha adega! Hehehehe

Nota; 6, 5!

P.S.  Legítimo tabaco palha, vem seco que dá dó e ainda colocam corte shag!!! Ninguém merece!!! Hehehehe 

segunda-feira, 22 de junho de 2015

Tabaco Five Brothers(teor de nicotina) - mito ou realidade?






Prezados, toda a fama desse tabaco reside no fato de supostamente ser um dos tabacos mais fortes em nicotina no mercado de tabacos para cachimbos, mas será verdade ou apenas mais um mito,  uma lenda que se criou?

Como todos sabem, o fornilho não mente jamais!  E foi a ele que eu recorri!

Então vamos a grande pergunta,  Five Brothers efetivamente é um tabaco fortíssimo em nicotina? A resposta é NĀO! Esse tabaco não chega nem a ser forte em nicotina, e em realidade é um tabaco médio em nicotina, acreditem! É uma lenda, um mito que se criou! 

Mistério resolvido no melhor estilo Sherlock Holmes!  Hehehehe

Um abraço e excelentes cachimbadas!!!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Tabaco Five Brothers - abrindo o "bulk"!




Prezados,  finalmente chegou a hora de abrir o famoso tabaco formado por 100% de burley e considerado um dos tabacos mais fortes em nicotina do mercado de tabacos para cachimbos! Verdade ou seria um mito ou lenda?




Ao abrir o bulk simplesmente o tabaco estava muito seco, parecia uma palha! Fato comum a todos Five Brothers que li em resenhas,  ele realmente vem muito seco! Certamente no fornilho vai ter uma queima "The Flash!". Hehehehe



O aroma veio fraco, em conformidade com a sua secura, resultando em um aroma muito fraco que remete a cheiro de cigarro com um fundinho levemente adocicado, olfativamente é raso e não tem encanto algum! 

Visualmente, até pelo seu corte shag aliada a sua secura, não oferece muitos encantos, é um tabaco com tonalidades de marrom claro com toques mais amarelados!  Detalhe,  ele vem repleto de tocos!  Nesse ponto decepcionante! Vejam foto!



No fornilho teve um ótimo acendimento,  até pelo fato que estava muitooo seco e pelo seu corte extra fino, shag! Uma excelente queima e uma boa fumaça,  que enche a boca!



No próximo post vou fazer uma resenha rápida sobre ele, acompanhem os próximos capítulos. ..principalmente sobre a nicotina,  vejamos se a fama se confirma!!!! Hehehehe

Um abraço e excelentes cachimbadas!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Tabaco Davidoff English Mixture - resenha final!




Prezados, em um noite chuvosa, resolvi aquecer a alma conjuntamente com um fornilho, afinal, somos todos filhos de Deus e depois de um dia de labuta merecemos esse deleite!

Não vou falar da cor, aroma, queima, enfim, os pontos já mencionados quando da abertura da lata!



Nas seis primeiras baforadas sentindo o sabor um pouco terroso do burley em contato com o virginia e algo que remete a pão,  algo fermentado, devido ao perique, resultando em um sabor leve e um tanto prazeroso, um sabor que tende a persistir em boca. O perique deixa sua leve picancia, como é muito leve, é prazeroso e não incomoda! No decorrer do primeiro terço,  sentimos no final do sabor, uma reminiscência da latakia.  Muito ao fundo e pouco perceptível notamos um fundo defumado, esfumaçado que lembra nossa deusa negra, porém o sabor é levíssimo! Assim continua até chegarmos ao 2/3, nessa mistura intrigante, ora terrosa, ora frutada e com alguma citricidade.



O 2/3 é mais picante e com um leve amargor, o perique está lá e o virgínia também deixando sua marca com um fundo adocicado,  resultando em um amargo-doce-picante. Porém,  caso esquente demais nesse ponto, ele resulta em um sabor amargo somente, perdendo a complexidade que possui! A latakia no 2/3 some! O burley no finalzinho da seu toque achocolatado, porém muito pouco perceptível já que o virginia e o perique tomam conta da festa!

Aos chegarmos no 3/3 o tabaco amarga demais, desagradando! Não se sente mais os sabores e resta algo desequilibrado,  como uma maionese que desandou! De vez em quando ele adoça,  dando vestígio do seu virginia que cozinhou e adocicou, porém esse sabor é passageiro e o amargor tende a preponderar!



Resumindo, ele até que começa bem, tem um meio mediano, todavia termina mal! É um tabaco que não empolga,mas tem seus pequenos e breves  encantos! Um deles que ainda não falei foi que em alguns momentos da cachimbada sentimos um sabor adocicado-frutado bem interessante! Isso demonstra que é um blend com certa complexidade, reconheço! 

Seu ponto alto?  Certamente o 1/3 comprovando que se trata de um tabaco sem muita estrutura,  sem muita sofisticação! 

Compraria novamente? Não! 

Um tabaco leve beirando ao comecinho de médio em nicotina. Cinzas finas e boa fumaça. 

Nota: 7, 5!

Um abraço e excelentes cachimbadas! 

P.S.  Conversando com o confrade Renato Goldschmidt, que já degustou esse tabaco - ele me disse que encara esse tabaco quase como um vaper e pensando bem ele tem mesmo esse viés! Apesar do burley dar um toque que descaracteriza um pouco o vaper. 

P.S2. Esse tabaco tem seus melhores sabores se consumido até 3 dias depois de aberto,  depois ele vai amargando e perdendo complexidade...inclusive pelo fato de ir ressecando e consequentemente ter uma queima mais acelerada, o que prejudica sobremaneira seu sabor!